quinta-feira, 28 de maio de 2015

A FAMA DA MAGIA

De acordo com o site Mega Curioso, dez nomes são citados como dos mais famosos magos de toda a história da humanidade. 
Mesmo que não concorde, há de considerar algo: o que eles sabiam? 

Conseguiram dominar o segredo do universo. Mas de que forma, os citados, conseguiram eliminar camadas e camadas no tempo e ainda permanecem como destaque entre os grandes magos. 


01 — Nicholas Flamel


Muitos de nós já ouvimos falar sobre bruxas da vida real, mas quando se trata de bruxos, eles estão limitados aos livros do Harry Potter. O mais próximo do mundo real que eles chegam é o que vemos na TV. Mas é hora de todos eles se afastarem e abrirem caminho para esses 10 bruxos que estão longe de serem fictícios.

Eles levaram a magia a um nível bem diferente do que estamos acostumados a ouvir, algo muito mais real e mais perto do que vivemos. Você acredita que esses bruxos incríveis realmente existiram e fizeram tudo o que é relatado? Então, vamos conferir esses homens que causam estranheza e o que eles fizeram para estar nessa lista.

A maioria dos fãs de Harry Potter conhece esse nome. Nos livros, ele era o bruxo francês que criou a pedra filosofal e tinha mais de 600 anos de idade quando conheceu Dumbledore. Claro, isso é apenas ficção. Na vida real, Flamel é conhecido por ter se envolvido na alquimia.

Pesquisadores afirmavam que Flamel se envolveu com arte das trevas quando ele viajou para Santiago de Compostela. Quando ele retornou como um mago, as pessoas notaram que ele e sua esposa haviam se tornado extremamente ricos e concluíram que ele usou seus poderes mágicos para isso.

Na verdade, a riqueza de Flamel veio das duas lojas que ele possuía e de uma herança que sua esposa recebeu. Nicholas Flamel morreu em 1418, mas sua história continua sendo amplamente contada até hoje.

02 — Chaim Samuel Jacob Falk



Falk nasceu na Alemanha no ano de 1708, mas fugiu para Londres com medo de ser queimado até a morte. Ele foi imediatamente conhecido por causa de suas impressionantes habilidades místicas. Aparentemente, ele podia mover objetos com a sua mente e ele mesmo encheu uma adega com carvão usando alguns encantamentos.

Também conta-se que ele salvou uma grande sinagoga de Londres de um incêndio apenas escrevendo algumas palavras em hebraico sobre os pilares. Ele até deu um anel mágico para o Duque de Orleans para garantir que a sucessão ao trono permaneceria dentro da família. O anel foi passado para o filho do Duque, que acabou se tornando o rei francês Louis Philippe.

03 — Paracelso



Nascido em 1493 como Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, Paracelso era um homem brilhante que se destacava na medicina, astrologia, botânica e alquimia. Ele é a pessoa que deu nome ao zinco e é responsável por rastrear as raízes psicológicas de inúmeras doenças. Ele usava a astronomia junto com seus medicamentos para tratar seus pacientes e acreditava que, para ter boa saúde, o homem tinha que estar em harmonia com a natureza.

Ele desenvolveu o "Alfabeto dos Reis Magos", que é uma linguagem mágica que apela aos espíritos para ajudar no processo de cura dos pacientes. Tornou-se famoso por seus métodos de "cura mágica", no qual ele combina medicina, astronomia e alquimia juntos para tratar as pessoas de uma maneira toda dele.

04 — Papus



Também conhecido como Gerard Eucausse, Papus nasceu no ano de 1865. Ele era um escritor oculto e até mesmo escreveu muitos livros sobre as artes das trevas que ele praticava regularmente. Em 1888, ele fundou um grupo ocultista chamado "A Ordem Cabalística da Rosa-Croix". Ele também fazia parte de outras sociedades mágicas, como a Ordem da Aurora Dourada e a Irmandade Hermética da Luz.

Em 1905, quando Papus visitou Alexandra e Czar Nicholas II, na Rússia, ele conjurou o espírito do pai do czar, que disse que o trono seria perdido pelo filho por uma revolta do povo. Ele ainda disse que a revolta não aconteceria enquanto Papus estivesse vivo. Quando o bruxo morreu, Nicholas foi deposto apenas 141 dias depois.

05 — Hew Draper



Na década de 1500, Hew Draper administrava uma pousada, mas foi capturado e preso em uma torre em Londres porque havia rumores de que ele mexia com feitiçaria. Quando foi questionado sobre isso, ele admitiu que gostava de magia, mas tinha queimado todos os seus livros de alquimia. Enquanto estava preso na torre, ele decidiu adicionou alguns desenhos àqueles já gravados pelos prisioneiros anteriores.

O que ele desenhou foi algo que pegou todos de surpresa. Ele gravou um projeto astrológico detalhado e completou-o com todos os signos do zodíaco. Também escreveu seu nome e uma data, 30 de maio de 1561. Ninguém sabia o motivo dessa data, mas quando chegou o dia, ele desapareceu. Ele não fugiu, nem morreu na prisão ou qualquer outro lugar. As pessoas então se convenceram de que ele era um bruxo.


06 — Cornelius Agrippa



Muitas vezes referido como o maior mago de todos os tempos, Agrippa foi um escritor excepcional. Ele escreveu alguns livros sobre o funcionamento das artes das trevas e seus usos. Um de seus livros mais famosos é o "De Occulta Philosophia Libra Tres" que pode ser traduzido como "Os Três Livros da Filosofia Oculta", um livro que mostra o sistema de magia em três níveis: natural ou alquimia, astronomia e a magia vocal ou convocação dos espíritos.

Ele acreditava e escreveu que toda magia estava enraizada na obra divina. Agrippa estudou o ocultismo e chegou a um ponto que ele escreveu sobre a convocação de espíritos para se livrar das pragas ao redor da casa. Embora tenha sido um mago poderoso, ele desistiu de tudo isso em torno de 1530, já que tinha certeza que estudar e acreditar no ocultismo iria levá-lo para o inferno. Ele mesmo advertiu os leitores sobre como usar esses poderes.


07 — John Dee



Dee era, ao mesmo tempo, um místico e consultor científico da Rainha Elizabeth I da Inglaterra. Ele era um homem muito inteligente que estudou tudo o que sua mão poderia alcançar. Publicou um livro chamado Monas Hyroglyphica que era um hieróglifo que representava a criação e a sua unidade.

Logo após a sua tomada teórica sobe o mundo espiritual, ele queria mais e procurou uma maneira de se conectar diretamente com os espíritos.
Foi então que ele conheceu Edward Talbot (que viria a ser conhecido como Edward Kelley). Eles foram parceiros próximos e viajaram juntos pela Europa, exibindo suas habilidades mágicas para a realeza. Em 1587, Kelley disse à Dee que ele tinha falado com os anjos e que eles precisavam compartilhar suas esposas um com o outro. Depois de ouvir isso, Dee deixou Edward e voltou para a Inglaterra, tornando-se diretor do Colégio de Cristo, em Manchester.


08 — Edward Talbot



Também conhecido como Edward Kelley, ele era amigo íntimo e cúmplice de John Dee. Ambos passaram alguns anos na Europa e partilharam o mesmo amor pela magia. Kelley acreditava ter criado o enochiana, um alfabeto mágico. Chegou a afirmar que usou uma bola de cristal para falar com espíritos. Ao contrário do amigo, Kelley era crente na alquimia. Ele descobriu um livro mágico chamado "Livro de Dunstan" que tinha um feitiço que poderia transformar qualquer metal em ouro usando um pó vermelho mágico.

Quando ele e Dee se separaram, Kelley permaneceu na Europa e continuou o seu trabalho com a alquimia. Vilem Rozmberk deu a Edward muitas propriedades e, no ano de 1590, o Rei Rudolph II condecorou o alquimista. Em 1591, o rei prendeu-o por assassinato, mas dizem que sua prisão foi porque o rei queria que o mago transformasse metal em ouro. Quando ele concordou, foi libertado, sendo preso novamente em 1595, quando voltou atrás em sua promessa.


09 — Eliphas Levi



Se lermos sobre magia na era vitoriana, o nome de Levi é sempre destacado. Ele escreveu "Mágica Transcendental, a sua doutrina e ritual", que foi a maioria influência sobre muitas sociedades ocultas em todo o mundo. A Ordem da Aurora Dourada foi uma das muitas sociedades que tinham como base o funcionamento desse livro.

Ele começou o seu trabalho mágico em 1853, sendo introduzido à magia por Edward Bulwer-Lytton. Ele apresentou à Levi as cartas de tarô e deu a importância que tem hoje, bem como a associação do pentagrama invertido para o mal e a posição vertical para o bem. Sua maior obra foi a de que ele introduziu os três princípios básicos da magia em torno da era vitoriana.


10 — Aleister Crowler



Este homem foi nomeado como o "pior homem do mundo" e por boas razões. Ele foi o maior ocultista do mundo e moldava a forma como os ocultistas modernos trabalhavam com magia. Ele era muito interessado em alquimia e, mais tarde, ingressou na Ordem da Aurora Dourada. Suas crenças e funcionamento foi a raiz das rixas entre as filiais da Ordem na Inglaterra e na França. Logo ele deixou a Ordem e fundou seu próprio grupo.

Ele alegou que recebeu instruções de Aiwass (mensageiro de Hórus, deus egípcio), que lhe disse que ele era o novo profeta e que sua sociedade tinha como lei fazer o que quisesse. Ele, então, se estabeleceu na Sicília e conjurava espíritos do antigo Egito. Estava sempre envolvido na regressão da morte e afirmou que se lembrava de coisas de sua vida anterior.



segunda-feira, 2 de março de 2015

ORMUS - OURO MONOATÔMICO


Hathor  era uma deusa egipcia



“Somente os pequenos segredos precisam ser guardados; os grandes, ninguém acredita"- McLuhan



O que mais impressionou os arqueólogos é que o templo não era só um templo tradicional para culto a deusa, como era esperado. O templo de Hathor era uma espécie de  laboratório (mediante o que foi encontrado lá) dedicado a produção de uma substância muito importante no Egito, o mfkzt (lê-se Mufkuzt-  hoje conhecido como orme ou ormus). Havia inúmeros registros nas paredes do templo sobre o mufkuzt... o elixir dos deuses, "o pão da vida". (A Verdade no Mundo)



OURO MONOATÔMICO
ORMUS, MFKZT, SHEM-AN-NA, SHAMANÁ, MANÁ E ORME


ORME  ORBITALLY REARRANGED MONOATOMIC ELEMENT, ELEMENTO MONOATÔMICO ORBITALMENTE REARRANJADO


Em toda a nossa história o ouro sempre esteve associado aos deuses e aos nobres (considerados descendentes dos deuses). Além de sua raridade imposta e controlada por cartéis que acumulam quantidades absurdas desse elemento provocando sua escassez e consequentemente seu preço alto, o ouro quando rearranjado orbitalmente ganha propriedades inusitadas. 

Vamos começar em 1904, quando Fundação para a Exploração do Egito localizou em cima do monte Horeb um templo, não por acaso foi neste mesmo monte que Moisés recebeu os dez mandamentos.




Esse templo era dedicado à deusa Hathor, também conhecida como Inana para os sumérios, Ishtar para acádios e babilônios, Isis para os egípcios, Afrodite para os gregos e Vênus para os romanos.
A essa deusa era associado o amor, a beleza, a música, a alegria e fundamentalmente a longevidade.


Conhecida também como alimentadora.
Era esposa e filha de Ra (Anu), portanto uma extraterrestre reptiliana e completamente conhecedora de qualquer “encantamento”(fenomenologia da ciência e da tecnologia).
Logo de início os arqueólogos que participaram dessa expedição notaram que aquele templo era diferente dos demais templos conhecidos.
Na primeira observação feita notou-se que o templo de Hathor era um laboratório onde se produzia algo muito importante, pois um laboratório tratado como templo era totalmente inusitado.

Através de vários registros nas paredes do templo ficou esclarecido o que se produzia lá: o Mfkzt, o elixir da vida, o elixir dos deuses, o pão da vida, para os egípcios. Nessa expedição foram achadas cinquenta toneladas de um pó branco, muito fino. Amostras foram colhidas e depois de analisadas todo o pó branco foi retirado e levado para local desconhecido.

Tal análise chegou à conclusão que se tratava de ouro monoatômico, uma substância de alto spin, monoatômica, para a qual o termo científico é ORME — Orbitally Rearranged Monoatomic Element (elemento monoatômico orbitalmente rearranjado).
Atualmente sabemos que o pó branco achado em Hathor era feito de ouro puro em um estado rearranjado orbitalmente e desconhecido dos químicos.
Solúvel em água potável (sem ácidos) seria essa substância a responsável por garantir a longevidade e de grande valia contra as principais doenças.

Conforme pode ser observado em vários hieróglifos era consumida com regularidade pelos faraós dando divindade a eles, o leite de Hathor.
Também através dos hieróglifos do templo Hathor ficou-se sabendo que o ouro monoatômico de alguma forma anula a gravidade, explicando as construções gigantescas egípcias. 

Concluiu-se também que esse conhecimento provavelmente saiu do Egito junto com os israelitas durante o êxodo e foi passado de geração em geração até chegar aos essênios.
Os Essênios extraiam o ouro monoatômico produzido naturalmente das águas do Mar Morto.

Nas escavações em Qumrân que vem ocorrendo desde a década de 1950, a característica mais importante são as impressionantes construções e o número e o tamanho dos poços de água e a complexidade dos condutos e canais.
Um aqueduto no lado oeste vinha das colinas trazendo um suprimento de água fresca. Outros cursos de água vinham diretamente do salgado Mar Morto. Um dos mais importantes era o canal Mazin, de 95 km, um pouco abaixo de Qumrân.

Essa água possui alto teor mineral, sendo imprópria para consumo. Mas, como até atualmente, contém uma quantidade alta de ouro monoatômico natural. Experimentos revelam que o precipitado do Mar Morto contém 70% de ouro em estado monoatômico e 30% de magnésio. A aplicação de ácido hidro clorídrico no precipitado seco dissolve o magnésio, deixando um pó branco, o shem-an-na, shamana, maná, o ouro monoatômico.

Salomão manufaturava a Pedra Filosofal (ouro monoatômico) a partir de ouro extraído da maneira convencional, porém o método dos essênios era refinado e aperfeiçoado a partir de uma fonte disponível.
Mas não é só em Hathor e em Qumran que há registros sobre o ouro monoatômico.

Desde a idade média há mitos de sua fabricação através da alquimia. Durante a idade das trevas, esse conhecimento acabou se limitado a ordens secretas. Há também registros de alquimia relacionada aos gregos, ou seja, se continuarmos pesquisando chegaremos a Escola de Mistérios dos sumérios, como sempre. 
Os registros sobre o ouro monoatômico estão nas obras de Hermes, Irineu Filaleto, Frater Albertus, Frei Basile Valentin, Arnou Villanova, Cyliani e Fulcanelli, enfim nas obras clássicas da tradição hermética, mas sempre voltadas exclusivamente para o uso medicinal (chumbo em ouro - doença em saúde).

A alquimia além de estar relacionada à produção do ouro monoatômico também está relacionada diretamente a produção do ouro em si.
No livro Mistérios e Magias do Tibete o Chiang Sing fala dos sábios alquimistas Tibetanos que não só conheciam os ensinamentos alquímicos como transformavam um simples metal em ouro. 



A “FONTE DA JUVENTUDE” 

Buscada incessantemente pelos espanhóis no novo mundo, nada mais é que uma fonte de água contaminada com ouro monoatômico natural. 

Na tradição hermética, a tábua de esmeralda é o documento mais antigo da pedra dos filósofos e alquimistas, contêm os segredos de Hermes, que deriva de Herma, nos textos antigos, ele está relacionado diretamente a construção das pirâmides.

Corresponde a Thoth o grande arquiteto (deus reptiliano, portanto extraterrestre) também conhecido como Hiram - a estrela da manhã, construtor entre outras edificações as pirâmides do Egito, profundo conhecedor da aplicação do ouro monoatômico na presença de energia em ponto zero para anular a gravidade.

Para os sumérios corresponde a Ningishzida, filho mais novo de Enki que é o reptiliano filho primogênito de Anu com uma concubina, responsável pelas duas entradas horizontais genéticas que modificou o humano terrestre e o fundador da Irmandade da Serpente (tendo como símbolo o Caduceu) e da Escola de Mistérios. Consequentemente o deus reptiliano conhecido pelos nomes Ningishzida, Thoth, Hermes e Hiram era neto de Annu imperador dos reptilianos e o deus bíblico. 

Kem que era o alto sacerdote de Menfis (a maior cidade do delta do Egito) e adorador de Enlil irmão de Enki, também é conhecido como o personagem bíblico Ham, avó de Nimrod, estes foram amaldiçoados pelos hebreus, pois suas tradições iam contra a cultura de Jeová(Anu). Sendo Thoth, filho de Enki, portanto inimigo de Enlil, segundo filho de Anu, que não era aceito pelos hebreus pois os dois filhos de Anu disputavam e disputam o direito de controlar a Terra).

Kem de Menfis é frequentemente simbolizado como um bode, que era também o emblema de Ham até1700 ac. Portanto fica fácil entender porque o bode e o pentagrama invertido são usados até hoje pelas sociedades secretas.
Como foi dito pelo próprio Albert Pike, em Moral e Dogmas da Maçonaria, é Thoth o grande arquiteto.

Atualmente o ouro monoatômico é um dos principais componentes na pesquisa da obtenção e controle da energia livre, energia em ponto zero.


Texto: Paulinho Stehling



Leia mais sobre o assunto, em artigo publicado no blog A Verdade no Mundo:

“Todos sabem que Thoth era um grande arquiteto e que fora ele quem passou inicialmente o conhecimento do Orme, o que acaba levantando a hipótese de que todo aquele pó de ouro encontrados no templo de Hathor não era só para servir de elixir para deuses e faraós ... pode também ter sido utilizado nas construções dos templos  e até mesmo das pirâmides, pois não foram escravos e toras que levaram aquelas pedrinhas para lá... e esteja certo que esse pó não foi usado como cimento”. 



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

CONSELHOS AMOROSOS DO MAGO



Há tantos fatos que parecem inacreditáveis e que são mágicos, mas à medida que vocês, em sua imaginação, darem mais entrada à alegria, ao amor, à magia das coisas, aos fatos surpreendentes, as coisas que não são da vida comum, tanto mais irão enriquecer e enriquecendo, sua própria vida irá se transformar em amor e luz.

Isso é que é importante, o importante é que a humanidade inteira emita luz e amor e, com isto, que também seja transmitido aos seus semelhantes, aos outros reinos, a natureza e, fundamentalmente, à Mãe Terra neste momento, já que ela está passando por situações difíceis. 


FRANZ BARDON - MENSAGEM


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

KUTHUMI - LEVANTANDO O VÉU


Os poucos que foram capazes de experienciar um vislumbre da consciência superior não a poderiam conter dentro de si mesmos. Foi difícil porque com a consciência superior veio um forte desejo de ajudar os outros, através do seu conhecimento de cura e de profecia.

Estes videntes sabiam que havia muito mais se as pessoas apenas ouvissem. Mas as massas não estavam preparadas para ouvir e rotularam estes como maus e bruxas. O medo foi criado ao redor deles, assim o poder do controle se tornou mais forte. 
Mestre Kuthumi



Leia artigo completo aqui: KUTHUMI - LEVANTANDO O VÉU