quarta-feira, 24 de junho de 2015

O MILAGRE

Foto: Reprodução

Gosto de árvores. Tenho planos de visitar o Parque das Sequoias, na Califórnia, talvez ainda neste verão. Lá vive a rainha de todas as árvores da Terra, uma sequoia que já existia quando Alexandre, o Grande, usou mais a inteligência do que a força para domar o indomável garanhão Bucéfalo.


Por Davi Coimbra

Uma árvore é um milagre. Estava olhando uma árvore que se ergue aqui perto de casa. É um grande e escuro carvalho. Suas raízes emergem do solo como jiboias e se transformam no tronco poderoso que dois homens juntos não conseguiriam abraçar. Ela se eleva para o céu, frondosa, orgulhosa, amenizando o clima à sua volta e abrigando uma pequena fauna, entre formigas, esquilos e passarinhos. Como é linda. Tamanha perfeição e imponência tem de ser um milagre.

Gosto de árvores. Tenho planos de visitar o Parque das Sequoias, na Califórnia, talvez ainda neste verão. Lá vive a rainha de todas as árvores da Terra, uma sequoia que já existia quando Alexandre, o Grande, usou mais a inteligência do que a força para domar o indomável garanhão Bucéfalo. Estou falando de uma árvore de 2 mil e 500 anos de idade e 82 metros de altura, tão alta quanto um prédio de 30 andares. Essa sequoia tem nome de homem: General Sherman. Deste nome não gosto. O general Sherman foi um matador de índios. Foi ele quem disse que “índio bom é índio morto”.

Os índios sabiam que as árvores são milagres.

Uma mulher grávida também é um milagre. Sempre fico encantado ao ver uma mulher grávida. Ela está “preparando outra pessoa”, como diria Caetano. Como isso é possível, um ser independente e individual se originar das entranhas de outro?
Uma mulher grávida, uma árvore, um gato se espreguiçando, uma tempestade no horizonte, o troar do trovão, o cheiro que se desprende da terra no começo da chuva de verão, o sol que se levanta todos os dias atrás do Monte Fuji, tudo isso é um milagre porque é apenas o que é. Verdade que a mulher grávida, ao contrário de todos os demais exemplos que citei, tem consciência de existir e da sua gravidez.
Ela bem pode estar se preocupando com o futuro da pessoa que está dentro dela, mas o que está acontecendo com seu corpo, a formação do feto até a transformação em criança, aquele processo inteiro se dá independentemente da sua consciência. É uma atividade da natureza, como o ir e vir das ondas do mar. É um milagre.

O homem deixa de ser um milagre quando se inquieta com o que virá. Ele é o único elemento da natureza que tem a concepção do futuro. Na verdade, o homem inventou o futuro. Nem as formigas e os esquilos que acumulam mantimentos no carvalho perto da minha casa se angustiam com o futuro. Sua atividade faz parte do movimento da sua existência, como o dia que sucede a noite.

Tenho a convicção nada mística, mas completamente cerebral, de que nosso maior problema é pensar nos problemas. A cada dia basta o seu cuidado, disse Jesus. Mas aprender a viver bem o dia, sabendo que os problemas do dia seguinte só importam ao dia seguinte, isso também seria um milagre.


 Jornal Zero Hora
24 de junho de 2015




terça-feira, 23 de junho de 2015

O INICIÁTICO – MAGIA NA ‘SALA’ DE AULA



Arte da Ciência e a Ciência da Arte
MAGIA = CAUSAR MUDANÇAS

Enquanto o AURORA navega, é gratificante aportar em belíssimas paisagens..... pura magia, não conhecer o território que visita, mas se encantar de INÍCIO com belas paisagens.

Collegium ad Lux et Nox...

Não é uma praia conhecida aqui, diz o AURORA.
A busca se faz necessária para saber mais sobre algo surpreendente: uma “ESCOLA DE MAGIA”. Lindo!

Com o latin em destaque, a elegância de algum mistério já causa muita curiosidade para desvendá-lo, se é que tem jeito de desvendar algum mistério...

O que chama atenção, ao ler o texto de abertura do site collegium.org.br é a forma da escrita, a leveza na certeza do que se faz ler.

Para eles, ser uma pessoa que pratica magia é tão fácil e sutil, claro, pois o MÁGICO em questão é apenas, analisa o AURORA, uma “ferramenta para a evolução da Alma” – de sua própria Alma.


Isso significa a aquisição de um profundo entendimento de si mesmo e de sua Verdadeira Vontade, adquirido através da combinação de instruções, trabalho individual e de grupo.


Leia abaixo o texto da ESCOLA DE MAGIA:


INÍCIO

Collegium ad Lux et Nox é uma sociedade de livre-pensadores comprometidos com a disseminação do conhecimento iniciático universal adquirido através de mais de 15 anos iniciando buscadores no caminho conhecimento universal.

A Magia está no fundamento de todas as culturas. É a ciência que observa o mundo como vivo, um local que a humanidade compartilha com seres e forças, ideias e poderes, visíveis e invisíveis, com os quais podemos nos relacionar para nossa vantagem ou não.

Magia é a Arte da Ciência e a Ciência da Arte de causar mudanças; é a ferramenta para a evolução da Alma. É a verdadeira ciência da Luz, sem a qual a ciência mundana esquece que existe um fator infinito e incalculável; a filosofia se dispersa em inócuos porquês; e a religião se torna triste e insensata.

Uma Escola busca instruir Estudantes no entendimento e prática da Magia. Isso significa a aquisição de um profundo entendimento de si mesmo e de sua Verdadeira Vontade, adquirido através da combinação de instruções, trabalho individual e de grupo.



segunda-feira, 22 de junho de 2015

AKHENATON - O FARAÓ ILUMINADO

AKHENATON

Muito antes da vinda de Jesus Cristo, precisamente no Antigo Egito, XVIII Dinastia, um personagem maravilhoso deixou as suas profundas marcas no caminhar evolutivo e espiritual do nosso planeta. 


Akhenaton ou também chamado de Aquenáton (seu nome inicial era de Amen-hotep IV ou, na versão helenizada, Amenófis IV) foi um grande faraó da XVIII Dinastia egípcia, que governou por 16 anos, de 1352 a 1336 a.C. Foi muito importante para a história do Egito, pois durante seu reinado tentou realizar diversas mudanças na cultura egípcia.

Akhenaton era sempre representado com o disco solar de Aton e os seus braços que o protegiam. Akhenaton tentou representar o faraó não como um simples mortal, mas a de um verdadeiro profeta de Aton e o intermediário entre o seu deus e os homens.

Akhenaton tornou-se rei aos quinze anos por volta de 1364 a.C., e como um grande faraó da XVIII Dinastia Egípcia, criou pela primeira vez na história da humanidade a noção de um Deus único – Aton, representado pelo disco solar.

Demonstrou também coragem para romper com algumas tradições impostas ao faraó, dentre elas, a de se casar com uma mulher sem origem na realeza, mas sim de origem modesta. O faraó idealizava a formação de uma religião universalista, privilegiando em seu reinado o culto de Aton, apesar da forte influência de Tebas e seu deus Amon, o que certamente influenciou em muito a formação do pensamento de Akhenaton. Mais tarde, ainda vivo e durante o reinado de seu filho, Amenófis III apoiou as mudanças profundas promovidas por ele.

Muito antes dos faraós, a história egípcia conta que deuses desceram dos céus em suas esferas voadoras. Esses deuses Neteru, Iris e Ísis vieram da constelação de Órion, da estrela de Sírius. Todos eles possuíam algo em comum: a cabeça alongada.

O curto mais importantíssimo reinado de Akhenaton, foi sempre envolto em muitos mistérios, muito por conta das grandes transformações propostas por ele na cultura egípcia.

Assim como em diversas culturas antigas, na cultura egípcia também foram encontrados crânios deformados/alongados. Akhenaton, teria uma cabeça estranhamente alongada. Os antigos faraós diziam proceder da linhagem direta dos deuses, e essa seria uma das evidências físicas dessa descendência divina, no caso de Akhenaton.

A característica do crânio alongado continuou pelas Dinastias. Na décima oitava do Império Novo surge Akhenaton,  um faraó que iria mudar para sempre Egito, as escrituras narram que este era um faraó que também havia descido das estrelas.

Da mesma forma que nas regiões das culturas pre-colombinas foram encontrados crânios anômalos, na antiga cultura egípcia um dos maiores faraós Akhenaton, que reinou de c. 1353 a 1338 a. C, é representado com uma cabeça estranhamente alongada. Os antigos faraós do Egito, diziam proceder da linhagem direta dos Deuses. Pode manifestar-se neste faraó a genética dos Deuses, o DNA dos Elohim?



À direita imagem de Akhenaton e à esquerda imagem de Nefertiti. Os “cientistas” não podem explicar estas características físicas, então tentam encaixar Akhenaton numa síndrome denominada de “Marfan”. Esta síndrome produz alargamento das feições e do crânio, rasgos femininos e uma clara infertilidade. Mas é bem sabido, que o faraó teve pelo menos meia dúzia de filhas e aqui é onde não encaixa a história oficial.



Representação da família real, Akhenaton e Nefertiti com 3 de suas filhas, que também apresentaram a anomalia de alargamento do crânio. Uma vez mais a ciência oficial, em pleno século XXI, é incapaz de explicar as causas de ditos fenômenos.


Isto é o que acontece quando comparamos um dos crânios da região pre-colombina e uma estátua do crânio de Nefertiti, mãe da estirpe real faraônica, descendente direta dos Elohim. As formas encaixam e as evidências também. 

Da mesma forma que Akhenaton, sua esposa Nefertiti tinha um crânio estranhamente alongado (Nefertiti seria na verdade prima de Akhenaton, e o casamento de ambos teria sido realizado cumprindo o desejo da mãe de Akhenaton), fruto de sua herança genética. O faraó possuía outras características físicas estranhas, tinha um corpo afeminado. Ele é considerado um ser andrógeno por aqueles que defendem a teoria de que Akhenaton seria um descente direto do Deuses.




Akhenaton mudou a capital do Egito, que antes do seu reinado era Tebas, para uma nova cidade que mandou erguer à qual nomeou de Akhetaton (ou Amarna).

Porém a mudança mais marcante realizada por Akhenaton foi na parte cultural/religiosa, quando destituiu o culto ao deus Amon e privilegiou o culto ao deus Aton, assim também tentando empregar uma cultura religioso monoteísta.

Akhenaton também mudou a arte egípcia. O seu reinado assistiu à emergência da chamada "arte amarniana", que se caracteriza por um lado pelo naturalismo (abundância de plantas, flores e pássaros) e pela convivência familiar do faraó e por outro lado, por uma representação mais realista das personagens (até então os faraós eram sempre representados como figuras esbeltas e de ombros largos, verdadeiras divindades entre os humanos, mas na arte amarniana o faraó era representado com formas mais realistas),   por vezes as representações atingiam o ponto da caricatura. A arte oficial apresenta o rei com uma fisionomia andrógina, com um crânio alongado, lábios grossos, ancas largas e ventre proeminente.

Akhenaton, o Faraó que foi um verdadeiro Príncipe da Paz, deixou-nos um importante legado espiritual, plenamente válido e precioso para a Humanidade no século XXI, que já enfrenta sérios problemas de ordem planetária. Talvez os seus ensinamentos possibilitem aos seres humanos o resgate das suas Raízes Solares, espirituais e físicas, auxiliando cada um de nós a encontrar o seu verdadeiro lugar no Universo, objetivo principal de nossa existência neste planeta.

A MÁGICA DE FAZER VENTAR


Todos nós neste mundo, somos seres MÁGICOS.


Estamos sempre criando e transformando a nossa realidade, através da aplicação da nossa vontade sobre a vida. Este poder mágico, no entanto, é maior ou menor conforme o grau de consciência que cada um tem dele. Mas, independente dessa consciência, e também do domínio sobre esse poder, o que conta, acima de tudo, é para qual finalidade o utilizamos. 

Algumas pessoas usam o poder que têm para promover suas conveniências, ou para alimentar suas vaidades. Contudo, elas não se dão conta de que, agindo assim, acabam dominadas pelo poder que acreditam dominar, porque o poder embriaga, e todos os que se deixam embriagar por ele passam a ser seus escravos.




Conversando certa vez com uma pessoa, a respeito do poder da vontade, disse-me ela:

- Gostaria de me tornar também mago.
- E por que você quer se tornar um mago? – perguntei.
- Porque ouvi dizer que os magos têm poderes, e podem até fazer ventar;

E eu acho isso impressionante. Você consegue fazer ventar? – conclui ela.
Respondi que sim, e que eu iria lhe dar uma prova disso. Antes, porém, lembrei-me de contar-lhe uma história:

Certa vez, quando Buda fazia uma viagem de peregrinação pelo Tibet, chegou a um pequeno vilarejo que ficava às margens de um rio. Ao tomarem conhecimento da ilustre presença do mestre, os moradores foram rapidamente saúda-lo, e principalmente aproveitar tão rara oportunidade de aprenderem um pouco sobre seus ensinamentos.

Buda, então, sentou-se sob a sombra de uma árvore, e pôs-se a conversar com aquelas pessoas, permanecendo ali até o fim da tarde.

Quando já se preparava para ir embora, um homem velho, que havia chegado há poucos minutos, aproximou-se dele e lhe disse:

-Mestre, treinei minha mente e meu corpo durante cinquenta anos, e hoje consigo fazer uma coisa que homem nenhum pode fazer.

-E o que é que podes fazer que nenhum outro homem pode? – perguntou Buda.

O ancião apontou para o rio, que estava a poucos metros dali, e respondeu:

-Estais vendo este rio! Posso atravessá-lo andando sobre suas águas.

Ao ouvirem a insólita história do velho, as pessoas em volta ficaram extremamente curiosas para ver tamanha proeza.
Mas Buda respondeu:

-Posso ver que perdeste um precioso tempo em sua vida. Dedicaste cinquenta anos para fazer algo que posso fazer com uma simples moeda em alguns minutos.

Em seguida, Buda retirou uma moeda do bolso e deu-a a um barqueiro, que então o levou até a outra margem, e assim prosseguiu em sua viagem.

Ao terminar a história, levantei-me e liguei o ventilador de teto ao máximo, enquanto pensava o quanto ainda era difícil para as pessoas entenderem que o mais importante não é conhecermos mecanismos ocultos do universo, e então sermos capazes de fazer prodígios, mas sim sermos capazes de praticar o bem.

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.” (1 Coríntios, capítulo 13, versículos 1 e 2)

Alexandre Reis  
contato@alexandrereis.com.br
Publicado em 21/6/15: AQUI



quinta-feira, 28 de maio de 2015

A FAMA DA MAGIA

De acordo com o site Mega Curioso, dez nomes são citados como dos mais famosos magos de toda a história da humanidade. 
Mesmo que não concorde, há de considerar algo: o que eles sabiam? 

Conseguiram dominar o segredo do universo. Mas de que forma, os citados, conseguiram eliminar camadas e camadas no tempo e ainda permanecem como destaque entre os grandes magos. 


01 — Nicholas Flamel


Muitos de nós já ouvimos falar sobre bruxas da vida real, mas quando se trata de bruxos, eles estão limitados aos livros do Harry Potter. O mais próximo do mundo real que eles chegam é o que vemos na TV. Mas é hora de todos eles se afastarem e abrirem caminho para esses 10 bruxos que estão longe de serem fictícios.

Eles levaram a magia a um nível bem diferente do que estamos acostumados a ouvir, algo muito mais real e mais perto do que vivemos. Você acredita que esses bruxos incríveis realmente existiram e fizeram tudo o que é relatado? Então, vamos conferir esses homens que causam estranheza e o que eles fizeram para estar nessa lista.

A maioria dos fãs de Harry Potter conhece esse nome. Nos livros, ele era o bruxo francês que criou a pedra filosofal e tinha mais de 600 anos de idade quando conheceu Dumbledore. Claro, isso é apenas ficção. Na vida real, Flamel é conhecido por ter se envolvido na alquimia.

Pesquisadores afirmavam que Flamel se envolveu com arte das trevas quando ele viajou para Santiago de Compostela. Quando ele retornou como um mago, as pessoas notaram que ele e sua esposa haviam se tornado extremamente ricos e concluíram que ele usou seus poderes mágicos para isso.

Na verdade, a riqueza de Flamel veio das duas lojas que ele possuía e de uma herança que sua esposa recebeu. Nicholas Flamel morreu em 1418, mas sua história continua sendo amplamente contada até hoje.

02 — Chaim Samuel Jacob Falk



Falk nasceu na Alemanha no ano de 1708, mas fugiu para Londres com medo de ser queimado até a morte. Ele foi imediatamente conhecido por causa de suas impressionantes habilidades místicas. Aparentemente, ele podia mover objetos com a sua mente e ele mesmo encheu uma adega com carvão usando alguns encantamentos.

Também conta-se que ele salvou uma grande sinagoga de Londres de um incêndio apenas escrevendo algumas palavras em hebraico sobre os pilares. Ele até deu um anel mágico para o Duque de Orleans para garantir que a sucessão ao trono permaneceria dentro da família. O anel foi passado para o filho do Duque, que acabou se tornando o rei francês Louis Philippe.

03 — Paracelso



Nascido em 1493 como Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, Paracelso era um homem brilhante que se destacava na medicina, astrologia, botânica e alquimia. Ele é a pessoa que deu nome ao zinco e é responsável por rastrear as raízes psicológicas de inúmeras doenças. Ele usava a astronomia junto com seus medicamentos para tratar seus pacientes e acreditava que, para ter boa saúde, o homem tinha que estar em harmonia com a natureza.

Ele desenvolveu o "Alfabeto dos Reis Magos", que é uma linguagem mágica que apela aos espíritos para ajudar no processo de cura dos pacientes. Tornou-se famoso por seus métodos de "cura mágica", no qual ele combina medicina, astronomia e alquimia juntos para tratar as pessoas de uma maneira toda dele.

04 — Papus



Também conhecido como Gerard Eucausse, Papus nasceu no ano de 1865. Ele era um escritor oculto e até mesmo escreveu muitos livros sobre as artes das trevas que ele praticava regularmente. Em 1888, ele fundou um grupo ocultista chamado "A Ordem Cabalística da Rosa-Croix". Ele também fazia parte de outras sociedades mágicas, como a Ordem da Aurora Dourada e a Irmandade Hermética da Luz.

Em 1905, quando Papus visitou Alexandra e Czar Nicholas II, na Rússia, ele conjurou o espírito do pai do czar, que disse que o trono seria perdido pelo filho por uma revolta do povo. Ele ainda disse que a revolta não aconteceria enquanto Papus estivesse vivo. Quando o bruxo morreu, Nicholas foi deposto apenas 141 dias depois.

05 — Hew Draper



Na década de 1500, Hew Draper administrava uma pousada, mas foi capturado e preso em uma torre em Londres porque havia rumores de que ele mexia com feitiçaria. Quando foi questionado sobre isso, ele admitiu que gostava de magia, mas tinha queimado todos os seus livros de alquimia. Enquanto estava preso na torre, ele decidiu adicionou alguns desenhos àqueles já gravados pelos prisioneiros anteriores.

O que ele desenhou foi algo que pegou todos de surpresa. Ele gravou um projeto astrológico detalhado e completou-o com todos os signos do zodíaco. Também escreveu seu nome e uma data, 30 de maio de 1561. Ninguém sabia o motivo dessa data, mas quando chegou o dia, ele desapareceu. Ele não fugiu, nem morreu na prisão ou qualquer outro lugar. As pessoas então se convenceram de que ele era um bruxo.


06 — Cornelius Agrippa



Muitas vezes referido como o maior mago de todos os tempos, Agrippa foi um escritor excepcional. Ele escreveu alguns livros sobre o funcionamento das artes das trevas e seus usos. Um de seus livros mais famosos é o "De Occulta Philosophia Libra Tres" que pode ser traduzido como "Os Três Livros da Filosofia Oculta", um livro que mostra o sistema de magia em três níveis: natural ou alquimia, astronomia e a magia vocal ou convocação dos espíritos.

Ele acreditava e escreveu que toda magia estava enraizada na obra divina. Agrippa estudou o ocultismo e chegou a um ponto que ele escreveu sobre a convocação de espíritos para se livrar das pragas ao redor da casa. Embora tenha sido um mago poderoso, ele desistiu de tudo isso em torno de 1530, já que tinha certeza que estudar e acreditar no ocultismo iria levá-lo para o inferno. Ele mesmo advertiu os leitores sobre como usar esses poderes.


07 — John Dee



Dee era, ao mesmo tempo, um místico e consultor científico da Rainha Elizabeth I da Inglaterra. Ele era um homem muito inteligente que estudou tudo o que sua mão poderia alcançar. Publicou um livro chamado Monas Hyroglyphica que era um hieróglifo que representava a criação e a sua unidade.

Logo após a sua tomada teórica sobe o mundo espiritual, ele queria mais e procurou uma maneira de se conectar diretamente com os espíritos.
Foi então que ele conheceu Edward Talbot (que viria a ser conhecido como Edward Kelley). Eles foram parceiros próximos e viajaram juntos pela Europa, exibindo suas habilidades mágicas para a realeza. Em 1587, Kelley disse à Dee que ele tinha falado com os anjos e que eles precisavam compartilhar suas esposas um com o outro. Depois de ouvir isso, Dee deixou Edward e voltou para a Inglaterra, tornando-se diretor do Colégio de Cristo, em Manchester.


08 — Edward Talbot



Também conhecido como Edward Kelley, ele era amigo íntimo e cúmplice de John Dee. Ambos passaram alguns anos na Europa e partilharam o mesmo amor pela magia. Kelley acreditava ter criado o enochiana, um alfabeto mágico. Chegou a afirmar que usou uma bola de cristal para falar com espíritos. Ao contrário do amigo, Kelley era crente na alquimia. Ele descobriu um livro mágico chamado "Livro de Dunstan" que tinha um feitiço que poderia transformar qualquer metal em ouro usando um pó vermelho mágico.

Quando ele e Dee se separaram, Kelley permaneceu na Europa e continuou o seu trabalho com a alquimia. Vilem Rozmberk deu a Edward muitas propriedades e, no ano de 1590, o Rei Rudolph II condecorou o alquimista. Em 1591, o rei prendeu-o por assassinato, mas dizem que sua prisão foi porque o rei queria que o mago transformasse metal em ouro. Quando ele concordou, foi libertado, sendo preso novamente em 1595, quando voltou atrás em sua promessa.


09 — Eliphas Levi



Se lermos sobre magia na era vitoriana, o nome de Levi é sempre destacado. Ele escreveu "Mágica Transcendental, a sua doutrina e ritual", que foi a maioria influência sobre muitas sociedades ocultas em todo o mundo. A Ordem da Aurora Dourada foi uma das muitas sociedades que tinham como base o funcionamento desse livro.

Ele começou o seu trabalho mágico em 1853, sendo introduzido à magia por Edward Bulwer-Lytton. Ele apresentou à Levi as cartas de tarô e deu a importância que tem hoje, bem como a associação do pentagrama invertido para o mal e a posição vertical para o bem. Sua maior obra foi a de que ele introduziu os três princípios básicos da magia em torno da era vitoriana.


10 — Aleister Crowler



Este homem foi nomeado como o "pior homem do mundo" e por boas razões. Ele foi o maior ocultista do mundo e moldava a forma como os ocultistas modernos trabalhavam com magia. Ele era muito interessado em alquimia e, mais tarde, ingressou na Ordem da Aurora Dourada. Suas crenças e funcionamento foi a raiz das rixas entre as filiais da Ordem na Inglaterra e na França. Logo ele deixou a Ordem e fundou seu próprio grupo.

Ele alegou que recebeu instruções de Aiwass (mensageiro de Hórus, deus egípcio), que lhe disse que ele era o novo profeta e que sua sociedade tinha como lei fazer o que quisesse. Ele, então, se estabeleceu na Sicília e conjurava espíritos do antigo Egito. Estava sempre envolvido na regressão da morte e afirmou que se lembrava de coisas de sua vida anterior.



segunda-feira, 2 de março de 2015

ORMUS - OURO MONOATÔMICO


Hathor  era uma deusa egipcia



“Somente os pequenos segredos precisam ser guardados; os grandes, ninguém acredita"- McLuhan



O que mais impressionou os arqueólogos é que o templo não era só um templo tradicional para culto a deusa, como era esperado. O templo de Hathor era uma espécie de  laboratório (mediante o que foi encontrado lá) dedicado a produção de uma substância muito importante no Egito, o mfkzt (lê-se Mufkuzt-  hoje conhecido como orme ou ormus). Havia inúmeros registros nas paredes do templo sobre o mufkuzt... o elixir dos deuses, "o pão da vida". (A Verdade no Mundo)



OURO MONOATÔMICO
ORMUS, MFKZT, SHEM-AN-NA, SHAMANÁ, MANÁ E ORME


ORME  ORBITALLY REARRANGED MONOATOMIC ELEMENT, ELEMENTO MONOATÔMICO ORBITALMENTE REARRANJADO


Em toda a nossa história o ouro sempre esteve associado aos deuses e aos nobres (considerados descendentes dos deuses). Além de sua raridade imposta e controlada por cartéis que acumulam quantidades absurdas desse elemento provocando sua escassez e consequentemente seu preço alto, o ouro quando rearranjado orbitalmente ganha propriedades inusitadas. 

Vamos começar em 1904, quando Fundação para a Exploração do Egito localizou em cima do monte Horeb um templo, não por acaso foi neste mesmo monte que Moisés recebeu os dez mandamentos.




Esse templo era dedicado à deusa Hathor, também conhecida como Inana para os sumérios, Ishtar para acádios e babilônios, Isis para os egípcios, Afrodite para os gregos e Vênus para os romanos.
A essa deusa era associado o amor, a beleza, a música, a alegria e fundamentalmente a longevidade.


Conhecida também como alimentadora.
Era esposa e filha de Ra (Anu), portanto uma extraterrestre reptiliana e completamente conhecedora de qualquer “encantamento”(fenomenologia da ciência e da tecnologia).
Logo de início os arqueólogos que participaram dessa expedição notaram que aquele templo era diferente dos demais templos conhecidos.
Na primeira observação feita notou-se que o templo de Hathor era um laboratório onde se produzia algo muito importante, pois um laboratório tratado como templo era totalmente inusitado.

Através de vários registros nas paredes do templo ficou esclarecido o que se produzia lá: o Mfkzt, o elixir da vida, o elixir dos deuses, o pão da vida, para os egípcios. Nessa expedição foram achadas cinquenta toneladas de um pó branco, muito fino. Amostras foram colhidas e depois de analisadas todo o pó branco foi retirado e levado para local desconhecido.

Tal análise chegou à conclusão que se tratava de ouro monoatômico, uma substância de alto spin, monoatômica, para a qual o termo científico é ORME — Orbitally Rearranged Monoatomic Element (elemento monoatômico orbitalmente rearranjado).
Atualmente sabemos que o pó branco achado em Hathor era feito de ouro puro em um estado rearranjado orbitalmente e desconhecido dos químicos.
Solúvel em água potável (sem ácidos) seria essa substância a responsável por garantir a longevidade e de grande valia contra as principais doenças.

Conforme pode ser observado em vários hieróglifos era consumida com regularidade pelos faraós dando divindade a eles, o leite de Hathor.
Também através dos hieróglifos do templo Hathor ficou-se sabendo que o ouro monoatômico de alguma forma anula a gravidade, explicando as construções gigantescas egípcias. 

Concluiu-se também que esse conhecimento provavelmente saiu do Egito junto com os israelitas durante o êxodo e foi passado de geração em geração até chegar aos essênios.
Os Essênios extraiam o ouro monoatômico produzido naturalmente das águas do Mar Morto.

Nas escavações em Qumrân que vem ocorrendo desde a década de 1950, a característica mais importante são as impressionantes construções e o número e o tamanho dos poços de água e a complexidade dos condutos e canais.
Um aqueduto no lado oeste vinha das colinas trazendo um suprimento de água fresca. Outros cursos de água vinham diretamente do salgado Mar Morto. Um dos mais importantes era o canal Mazin, de 95 km, um pouco abaixo de Qumrân.

Essa água possui alto teor mineral, sendo imprópria para consumo. Mas, como até atualmente, contém uma quantidade alta de ouro monoatômico natural. Experimentos revelam que o precipitado do Mar Morto contém 70% de ouro em estado monoatômico e 30% de magnésio. A aplicação de ácido hidro clorídrico no precipitado seco dissolve o magnésio, deixando um pó branco, o shem-an-na, shamana, maná, o ouro monoatômico.

Salomão manufaturava a Pedra Filosofal (ouro monoatômico) a partir de ouro extraído da maneira convencional, porém o método dos essênios era refinado e aperfeiçoado a partir de uma fonte disponível.
Mas não é só em Hathor e em Qumran que há registros sobre o ouro monoatômico.

Desde a idade média há mitos de sua fabricação através da alquimia. Durante a idade das trevas, esse conhecimento acabou se limitado a ordens secretas. Há também registros de alquimia relacionada aos gregos, ou seja, se continuarmos pesquisando chegaremos a Escola de Mistérios dos sumérios, como sempre. 
Os registros sobre o ouro monoatômico estão nas obras de Hermes, Irineu Filaleto, Frater Albertus, Frei Basile Valentin, Arnou Villanova, Cyliani e Fulcanelli, enfim nas obras clássicas da tradição hermética, mas sempre voltadas exclusivamente para o uso medicinal (chumbo em ouro - doença em saúde).

A alquimia além de estar relacionada à produção do ouro monoatômico também está relacionada diretamente a produção do ouro em si.
No livro Mistérios e Magias do Tibete o Chiang Sing fala dos sábios alquimistas Tibetanos que não só conheciam os ensinamentos alquímicos como transformavam um simples metal em ouro. 



A “FONTE DA JUVENTUDE” 

Buscada incessantemente pelos espanhóis no novo mundo, nada mais é que uma fonte de água contaminada com ouro monoatômico natural. 

Na tradição hermética, a tábua de esmeralda é o documento mais antigo da pedra dos filósofos e alquimistas, contêm os segredos de Hermes, que deriva de Herma, nos textos antigos, ele está relacionado diretamente a construção das pirâmides.

Corresponde a Thoth o grande arquiteto (deus reptiliano, portanto extraterrestre) também conhecido como Hiram - a estrela da manhã, construtor entre outras edificações as pirâmides do Egito, profundo conhecedor da aplicação do ouro monoatômico na presença de energia em ponto zero para anular a gravidade.

Para os sumérios corresponde a Ningishzida, filho mais novo de Enki que é o reptiliano filho primogênito de Anu com uma concubina, responsável pelas duas entradas horizontais genéticas que modificou o humano terrestre e o fundador da Irmandade da Serpente (tendo como símbolo o Caduceu) e da Escola de Mistérios. Consequentemente o deus reptiliano conhecido pelos nomes Ningishzida, Thoth, Hermes e Hiram era neto de Annu imperador dos reptilianos e o deus bíblico. 

Kem que era o alto sacerdote de Menfis (a maior cidade do delta do Egito) e adorador de Enlil irmão de Enki, também é conhecido como o personagem bíblico Ham, avó de Nimrod, estes foram amaldiçoados pelos hebreus, pois suas tradições iam contra a cultura de Jeová(Anu). Sendo Thoth, filho de Enki, portanto inimigo de Enlil, segundo filho de Anu, que não era aceito pelos hebreus pois os dois filhos de Anu disputavam e disputam o direito de controlar a Terra).

Kem de Menfis é frequentemente simbolizado como um bode, que era também o emblema de Ham até1700 ac. Portanto fica fácil entender porque o bode e o pentagrama invertido são usados até hoje pelas sociedades secretas.
Como foi dito pelo próprio Albert Pike, em Moral e Dogmas da Maçonaria, é Thoth o grande arquiteto.

Atualmente o ouro monoatômico é um dos principais componentes na pesquisa da obtenção e controle da energia livre, energia em ponto zero.


Texto: Paulinho Stehling



Leia mais sobre o assunto, em artigo publicado no blog A Verdade no Mundo:

“Todos sabem que Thoth era um grande arquiteto e que fora ele quem passou inicialmente o conhecimento do Orme, o que acaba levantando a hipótese de que todo aquele pó de ouro encontrados no templo de Hathor não era só para servir de elixir para deuses e faraós ... pode também ter sido utilizado nas construções dos templos  e até mesmo das pirâmides, pois não foram escravos e toras que levaram aquelas pedrinhas para lá... e esteja certo que esse pó não foi usado como cimento”.