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domingo, 28 de junho de 2015

O SAL E A MAGIA



O PURIFICADOR


Desde os tempos mais remotos, o sal é utilizado pelos homens e é considerado um bem muito precioso. Consideravam eles que era uma dádiva dos Deuses, e associaram-no tanto à religião, como à magia e à bruxaria. Além disso, o seu valor monetário e econômico era comparável ao do ouro, da seda e das especiarias.

Na Antiguidade, era oferecido aos deuses, era usado pelos sacerdotes tanto em liturgias religiosas como em cerimônias mágicas, como para afastar os demônios. Os assírios utilizavam-no nos cultos religiosos.
No antigo Egito, o sal era considerado produto sagrado, sendo feitas oferendas de sal aos Deuses. Os Egípcios usavam igualmente o sal para desidratar e embalsamar o corpo dos faraós.

Os romanos consideravam o sal um símbolo de sabedoria, e por isso usavam-no num ritual aos recém-nascidos: derramavam sal sobre eles para que não lhes faltasse a sabedoria.

 Os romanos e os gregos nos seus sacrifícios aos deuses do lar, deitavam sal na cabeça do animal para purificá-lo. Para eles, o sal simbolizava igualmente a destruição e a infertilidade, daí a pratica romana de espalhar sal nas terras conquistadas: elas se tornavam estéreis para sempre. Era um sinal de perpétua desolação. Os romanos tinham uma expressão para exprimir a infidelidade a uma amizade que era “trair a promessa e o sal”. Assim, desde aqueles tempos a ausência de um saleiro sobre a mesa representava um presságio, tanto quanto o sal derramado.

Da prática ritualística destes povos, bem como do povo hebreu, de salgar os sacrifícios oferecidos aos Deuses, nasceu uma superstição muito comum: se o sal era derrubado na hora do sacrifício, prenunciava má sorte.

 Para os hebreus, o sal era um elemento purificador, sendo o símbolo da perenidade da aliança entre Deus e o povo de Israel. No cristianismo, mantém-se a crença judaica do sal como purificador, sendo colocado sal nos recém-nascidos no ritual batismo.



Na Idade Média, os alquimistas usavam o sal como elemento entre o mercúrio e o enxofre, sendo essencial à transmutação de metais. O sal continuava sendo indispensável para afastar os maus espíritos, os demônios e as bruxas. Assim, deitava-se sal na chaminé da casa para impedir os demônios de nela entrarem.

Proliferaram igualmente as superstições relativas ao sal, mantendo-se a superstição de que desperdiçar sal era mau agouro, era sinal de malefício.
Na obra de Leonardo da Vinci, “A última ceia” retrata um saleiro derrubado diante de Judas e apontando na sua direção. Já naquela época dizia-se que alguém que entornasse sal deveria pegar nalgum do que foi derramado e lançá-lo para trás do ombro esquerdo, lado que representava o mal.

Os árabes citam recomendações de Maomé para: “começar pelo sal e terminar com o sal; porque o sal cura numerosos males”.

Para os gregos, hebreus e árabes o sal é considerado o símbolo da amizade e hospitalidade, sendo que na Arábia comer sal acompanhado é considerado uma ação sagrada. No médio oriente acredita-se que quando duas pessoas comem sal juntas, formam um vínculo. Por isso, usa-se sal para selar um contrato.

No Marrocos deita-se sal nos lugares escuros para espantar os maus espíritos. Em Laos e Sião, as mulheres grávidas lavam-se diariamente com água e sal para se proteger contra as maldições. Nos países nórdicos, coloca-se sal junto ao berço das crianças, para as proteger. No Havaí, a pessoa que volta de um funeral polvilha sal sobre si mesma, para garantir que maus espíritos que rondassem o defunto não a acompanhem em casa.

O sal é amplamente utilizado no esoterismo, em vários rituais de magia, pois tem uma vasta função purificadora, seja ele usado sozinho seja em conjunto com outros elementos. Colocar sal grosso em um copo faz absorver as energias negativas do ambiente.


Postagem: Coelestium


segunda-feira, 22 de junho de 2015

AKHENATON - O FARAÓ ILUMINADO

AKHENATON

Muito antes da vinda de Jesus Cristo, precisamente no Antigo Egito, XVIII Dinastia, um personagem maravilhoso deixou as suas profundas marcas no caminhar evolutivo e espiritual do nosso planeta. 


Akhenaton ou também chamado de Aquenáton (seu nome inicial era de Amen-hotep IV ou, na versão helenizada, Amenófis IV) foi um grande faraó da XVIII Dinastia egípcia, que governou por 16 anos, de 1352 a 1336 a.C. Foi muito importante para a história do Egito, pois durante seu reinado tentou realizar diversas mudanças na cultura egípcia.

Akhenaton era sempre representado com o disco solar de Aton e os seus braços que o protegiam. Akhenaton tentou representar o faraó não como um simples mortal, mas a de um verdadeiro profeta de Aton e o intermediário entre o seu deus e os homens.

Akhenaton tornou-se rei aos quinze anos por volta de 1364 a.C., e como um grande faraó da XVIII Dinastia Egípcia, criou pela primeira vez na história da humanidade a noção de um Deus único – Aton, representado pelo disco solar.

Demonstrou também coragem para romper com algumas tradições impostas ao faraó, dentre elas, a de se casar com uma mulher sem origem na realeza, mas sim de origem modesta. O faraó idealizava a formação de uma religião universalista, privilegiando em seu reinado o culto de Aton, apesar da forte influência de Tebas e seu deus Amon, o que certamente influenciou em muito a formação do pensamento de Akhenaton. Mais tarde, ainda vivo e durante o reinado de seu filho, Amenófis III apoiou as mudanças profundas promovidas por ele.

Muito antes dos faraós, a história egípcia conta que deuses desceram dos céus em suas esferas voadoras. Esses deuses Neteru, Iris e Ísis vieram da constelação de Órion, da estrela de Sírius. Todos eles possuíam algo em comum: a cabeça alongada.

O curto mais importantíssimo reinado de Akhenaton, foi sempre envolto em muitos mistérios, muito por conta das grandes transformações propostas por ele na cultura egípcia.

Assim como em diversas culturas antigas, na cultura egípcia também foram encontrados crânios deformados/alongados. Akhenaton, teria uma cabeça estranhamente alongada. Os antigos faraós diziam proceder da linhagem direta dos deuses, e essa seria uma das evidências físicas dessa descendência divina, no caso de Akhenaton.

A característica do crânio alongado continuou pelas Dinastias. Na décima oitava do Império Novo surge Akhenaton,  um faraó que iria mudar para sempre Egito, as escrituras narram que este era um faraó que também havia descido das estrelas.

Da mesma forma que nas regiões das culturas pre-colombinas foram encontrados crânios anômalos, na antiga cultura egípcia um dos maiores faraós Akhenaton, que reinou de c. 1353 a 1338 a. C, é representado com uma cabeça estranhamente alongada. Os antigos faraós do Egito, diziam proceder da linhagem direta dos Deuses. Pode manifestar-se neste faraó a genética dos Deuses, o DNA dos Elohim?



À direita imagem de Akhenaton e à esquerda imagem de Nefertiti. Os “cientistas” não podem explicar estas características físicas, então tentam encaixar Akhenaton numa síndrome denominada de “Marfan”. Esta síndrome produz alargamento das feições e do crânio, rasgos femininos e uma clara infertilidade. Mas é bem sabido, que o faraó teve pelo menos meia dúzia de filhas e aqui é onde não encaixa a história oficial.



Representação da família real, Akhenaton e Nefertiti com 3 de suas filhas, que também apresentaram a anomalia de alargamento do crânio. Uma vez mais a ciência oficial, em pleno século XXI, é incapaz de explicar as causas de ditos fenômenos.


Isto é o que acontece quando comparamos um dos crânios da região pre-colombina e uma estátua do crânio de Nefertiti, mãe da estirpe real faraônica, descendente direta dos Elohim. As formas encaixam e as evidências também. 

Da mesma forma que Akhenaton, sua esposa Nefertiti tinha um crânio estranhamente alongado (Nefertiti seria na verdade prima de Akhenaton, e o casamento de ambos teria sido realizado cumprindo o desejo da mãe de Akhenaton), fruto de sua herança genética. O faraó possuía outras características físicas estranhas, tinha um corpo afeminado. Ele é considerado um ser andrógeno por aqueles que defendem a teoria de que Akhenaton seria um descente direto do Deuses.




Akhenaton mudou a capital do Egito, que antes do seu reinado era Tebas, para uma nova cidade que mandou erguer à qual nomeou de Akhetaton (ou Amarna).

Porém a mudança mais marcante realizada por Akhenaton foi na parte cultural/religiosa, quando destituiu o culto ao deus Amon e privilegiou o culto ao deus Aton, assim também tentando empregar uma cultura religioso monoteísta.

Akhenaton também mudou a arte egípcia. O seu reinado assistiu à emergência da chamada "arte amarniana", que se caracteriza por um lado pelo naturalismo (abundância de plantas, flores e pássaros) e pela convivência familiar do faraó e por outro lado, por uma representação mais realista das personagens (até então os faraós eram sempre representados como figuras esbeltas e de ombros largos, verdadeiras divindades entre os humanos, mas na arte amarniana o faraó era representado com formas mais realistas),   por vezes as representações atingiam o ponto da caricatura. A arte oficial apresenta o rei com uma fisionomia andrógina, com um crânio alongado, lábios grossos, ancas largas e ventre proeminente.

Akhenaton, o Faraó que foi um verdadeiro Príncipe da Paz, deixou-nos um importante legado espiritual, plenamente válido e precioso para a Humanidade no século XXI, que já enfrenta sérios problemas de ordem planetária. Talvez os seus ensinamentos possibilitem aos seres humanos o resgate das suas Raízes Solares, espirituais e físicas, auxiliando cada um de nós a encontrar o seu verdadeiro lugar no Universo, objetivo principal de nossa existência neste planeta.

segunda-feira, 2 de março de 2015

ORMUS - OURO MONOATÔMICO


Hathor  era uma deusa egipcia



“Somente os pequenos segredos precisam ser guardados; os grandes, ninguém acredita"- McLuhan



O que mais impressionou os arqueólogos é que o templo não era só um templo tradicional para culto a deusa, como era esperado. O templo de Hathor era uma espécie de  laboratório (mediante o que foi encontrado lá) dedicado a produção de uma substância muito importante no Egito, o mfkzt (lê-se Mufkuzt-  hoje conhecido como orme ou ormus). Havia inúmeros registros nas paredes do templo sobre o mufkuzt... o elixir dos deuses, "o pão da vida". (A Verdade no Mundo)



OURO MONOATÔMICO
ORMUS, MFKZT, SHEM-AN-NA, SHAMANÁ, MANÁ E ORME


ORME  ORBITALLY REARRANGED MONOATOMIC ELEMENT, ELEMENTO MONOATÔMICO ORBITALMENTE REARRANJADO


Em toda a nossa história o ouro sempre esteve associado aos deuses e aos nobres (considerados descendentes dos deuses). Além de sua raridade imposta e controlada por cartéis que acumulam quantidades absurdas desse elemento provocando sua escassez e consequentemente seu preço alto, o ouro quando rearranjado orbitalmente ganha propriedades inusitadas. 

Vamos começar em 1904, quando Fundação para a Exploração do Egito localizou em cima do monte Horeb um templo, não por acaso foi neste mesmo monte que Moisés recebeu os dez mandamentos.




Esse templo era dedicado à deusa Hathor, também conhecida como Inana para os sumérios, Ishtar para acádios e babilônios, Isis para os egípcios, Afrodite para os gregos e Vênus para os romanos.
A essa deusa era associado o amor, a beleza, a música, a alegria e fundamentalmente a longevidade.


Conhecida também como alimentadora.
Era esposa e filha de Ra (Anu), portanto uma extraterrestre reptiliana e completamente conhecedora de qualquer “encantamento”(fenomenologia da ciência e da tecnologia).
Logo de início os arqueólogos que participaram dessa expedição notaram que aquele templo era diferente dos demais templos conhecidos.
Na primeira observação feita notou-se que o templo de Hathor era um laboratório onde se produzia algo muito importante, pois um laboratório tratado como templo era totalmente inusitado.

Através de vários registros nas paredes do templo ficou esclarecido o que se produzia lá: o Mfkzt, o elixir da vida, o elixir dos deuses, o pão da vida, para os egípcios. Nessa expedição foram achadas cinquenta toneladas de um pó branco, muito fino. Amostras foram colhidas e depois de analisadas todo o pó branco foi retirado e levado para local desconhecido.

Tal análise chegou à conclusão que se tratava de ouro monoatômico, uma substância de alto spin, monoatômica, para a qual o termo científico é ORME — Orbitally Rearranged Monoatomic Element (elemento monoatômico orbitalmente rearranjado).
Atualmente sabemos que o pó branco achado em Hathor era feito de ouro puro em um estado rearranjado orbitalmente e desconhecido dos químicos.
Solúvel em água potável (sem ácidos) seria essa substância a responsável por garantir a longevidade e de grande valia contra as principais doenças.

Conforme pode ser observado em vários hieróglifos era consumida com regularidade pelos faraós dando divindade a eles, o leite de Hathor.
Também através dos hieróglifos do templo Hathor ficou-se sabendo que o ouro monoatômico de alguma forma anula a gravidade, explicando as construções gigantescas egípcias. 

Concluiu-se também que esse conhecimento provavelmente saiu do Egito junto com os israelitas durante o êxodo e foi passado de geração em geração até chegar aos essênios.
Os Essênios extraiam o ouro monoatômico produzido naturalmente das águas do Mar Morto.

Nas escavações em Qumrân que vem ocorrendo desde a década de 1950, a característica mais importante são as impressionantes construções e o número e o tamanho dos poços de água e a complexidade dos condutos e canais.
Um aqueduto no lado oeste vinha das colinas trazendo um suprimento de água fresca. Outros cursos de água vinham diretamente do salgado Mar Morto. Um dos mais importantes era o canal Mazin, de 95 km, um pouco abaixo de Qumrân.

Essa água possui alto teor mineral, sendo imprópria para consumo. Mas, como até atualmente, contém uma quantidade alta de ouro monoatômico natural. Experimentos revelam que o precipitado do Mar Morto contém 70% de ouro em estado monoatômico e 30% de magnésio. A aplicação de ácido hidro clorídrico no precipitado seco dissolve o magnésio, deixando um pó branco, o shem-an-na, shamana, maná, o ouro monoatômico.

Salomão manufaturava a Pedra Filosofal (ouro monoatômico) a partir de ouro extraído da maneira convencional, porém o método dos essênios era refinado e aperfeiçoado a partir de uma fonte disponível.
Mas não é só em Hathor e em Qumran que há registros sobre o ouro monoatômico.

Desde a idade média há mitos de sua fabricação através da alquimia. Durante a idade das trevas, esse conhecimento acabou se limitado a ordens secretas. Há também registros de alquimia relacionada aos gregos, ou seja, se continuarmos pesquisando chegaremos a Escola de Mistérios dos sumérios, como sempre. 
Os registros sobre o ouro monoatômico estão nas obras de Hermes, Irineu Filaleto, Frater Albertus, Frei Basile Valentin, Arnou Villanova, Cyliani e Fulcanelli, enfim nas obras clássicas da tradição hermética, mas sempre voltadas exclusivamente para o uso medicinal (chumbo em ouro - doença em saúde).

A alquimia além de estar relacionada à produção do ouro monoatômico também está relacionada diretamente a produção do ouro em si.
No livro Mistérios e Magias do Tibete o Chiang Sing fala dos sábios alquimistas Tibetanos que não só conheciam os ensinamentos alquímicos como transformavam um simples metal em ouro. 



A “FONTE DA JUVENTUDE” 

Buscada incessantemente pelos espanhóis no novo mundo, nada mais é que uma fonte de água contaminada com ouro monoatômico natural. 

Na tradição hermética, a tábua de esmeralda é o documento mais antigo da pedra dos filósofos e alquimistas, contêm os segredos de Hermes, que deriva de Herma, nos textos antigos, ele está relacionado diretamente a construção das pirâmides.

Corresponde a Thoth o grande arquiteto (deus reptiliano, portanto extraterrestre) também conhecido como Hiram - a estrela da manhã, construtor entre outras edificações as pirâmides do Egito, profundo conhecedor da aplicação do ouro monoatômico na presença de energia em ponto zero para anular a gravidade.

Para os sumérios corresponde a Ningishzida, filho mais novo de Enki que é o reptiliano filho primogênito de Anu com uma concubina, responsável pelas duas entradas horizontais genéticas que modificou o humano terrestre e o fundador da Irmandade da Serpente (tendo como símbolo o Caduceu) e da Escola de Mistérios. Consequentemente o deus reptiliano conhecido pelos nomes Ningishzida, Thoth, Hermes e Hiram era neto de Annu imperador dos reptilianos e o deus bíblico. 

Kem que era o alto sacerdote de Menfis (a maior cidade do delta do Egito) e adorador de Enlil irmão de Enki, também é conhecido como o personagem bíblico Ham, avó de Nimrod, estes foram amaldiçoados pelos hebreus, pois suas tradições iam contra a cultura de Jeová(Anu). Sendo Thoth, filho de Enki, portanto inimigo de Enlil, segundo filho de Anu, que não era aceito pelos hebreus pois os dois filhos de Anu disputavam e disputam o direito de controlar a Terra).

Kem de Menfis é frequentemente simbolizado como um bode, que era também o emblema de Ham até1700 ac. Portanto fica fácil entender porque o bode e o pentagrama invertido são usados até hoje pelas sociedades secretas.
Como foi dito pelo próprio Albert Pike, em Moral e Dogmas da Maçonaria, é Thoth o grande arquiteto.

Atualmente o ouro monoatômico é um dos principais componentes na pesquisa da obtenção e controle da energia livre, energia em ponto zero.


Texto: Paulinho Stehling



Leia mais sobre o assunto, em artigo publicado no blog A Verdade no Mundo:

“Todos sabem que Thoth era um grande arquiteto e que fora ele quem passou inicialmente o conhecimento do Orme, o que acaba levantando a hipótese de que todo aquele pó de ouro encontrados no templo de Hathor não era só para servir de elixir para deuses e faraós ... pode também ter sido utilizado nas construções dos templos  e até mesmo das pirâmides, pois não foram escravos e toras que levaram aquelas pedrinhas para lá... e esteja certo que esse pó não foi usado como cimento”. 



sexta-feira, 15 de novembro de 2013

AS PROFECIAS DE MERLIN


As profecias mais famosas são as dos antigos Maias da América central, mas eles não foram os únicos que supostamente previram catástrofes para o século XXI. Em um documentário da History Channel retrata essas profecias sobre a ótica de outros povos, dentre eles, os celtas, representado por Merlin, o Mago.

O mago Merlin ficou conhecido pelas histórias do rei Arthur. Mas esse era um mago Merlin de ficção, o verdadeiro Merlin era mais misterioso e suas profecias se referiam ao "fim do mundo".
Haviam antigos oráculos, hoje quase esquecidos, esses oráculos eram os awenyddion, talvez Merlin fosse um awenydd.

Suas profecias incluíam aquecimento global, ataques terroristas e catástrofes mundiais. Existem dois textos medievais que falam de Merlin, muito popular naquela época. As lendas de Merlin nasceram na Inglaterra, e suas profecias foram publicadas em 1135 de textos que datavam do século V. O nome Merlin é a forma inglesa de um nome gales Myrddin, Merlin o selvagem, pois habitava as florestas.

É provável que tenha existido vários outros "Merlins", pois esse não era um nome próprio e sim um titulo dos profetas que viviam nas florestas, descendentes da antiga tradição dos druidas. As profecias de Merlin falavam de eventos que de fato iriam acontecer no futuro.
Mil anos antes da descoberta da América ele previu a primeira colônia americana com o nome: Virgínia "Virginianos em solo virgem". Previu também a vitória dos britânicos sobre os franceses de Napoleão em Waterloo e o holocausto causado por Hitler contra os judeus.

As profecias para o século XX e XXI são as mais imprecionates: "um homem que estaria na costa inglesa, segurando uma pequena pedra na mão, iria se comunicar com o outro homem que estaria do outro lado nas costas francesas com a mesma pedra na mão". Essa pedra falante, se assemelha, ao meu ver, a um aparelho de telefone celular, muito comum em nossos dias.

A seguir as profecias se tornam mais sombrias: "No rio Severn os peixes irão morrer de calor. E caudas múltiplas lhes nascerão". Devemos ressaltar que nas margens do rio Severn, na Inglaterra, se encontram centrais nucleares, essa profecia poderá anunciar um desastre nuclear na Inglaterra? Agora as profecias tomam um aspecto mais global: " Os mares se erguerão em um piscar de olhos, os ventos se unirão em mortal violência".

Sobre a suposta III Guerra Mundial diz: "O mundo será um gramado. E sobre o gramado brincarão três meninas (três países). Mas sob a Terra eu vejo fogo. E, quando uma dessas meninas lançar a pedra, todas as três meninas serão atingidas. Sobre o gramado haverá fogo e sobre cada chama estará escrito um nome.
Mas o nome foi escrito para ser esquecido”. Merlin termina com o suposto Apocalipse. 

Os planetas irão mudar sua rota milenar e irão se descontrolar no céu, a terra irá mudar de rota e os pólos terrestres se deslocarão. Se irá acontecer o fim do mundo em 2012, não cabe a mim responder, mas não precisa ser profeta ou cientista para ver o que acontece no mundo hoje.

O aquecimento global é uma realidade, juntamente com a poluição, guerras, etc. O que podemos fazer para mudar essa realidade? Creio que se todos fizessem sua parte, não como ecologistas ou naturebas, e sim como verdadeiros seres humanos, o mundo poderá mudar sim, para melhor!

Fonte: mundoawenalternativo.blogspot.com


Cruzadas: 
“Depois que a coisa nascida anteriormente na parte de Jerusalém [o Cristianismo] tenha a idade de 1250 anos, grande multidão de cristãos irá além-mar combater contra os sarracenos, e tais cristãos serão quase todos mortos” [e não deu outra].

Descobrimento da América - Escravidão: 
“Maior será a terra, porque na Terra haverá terras. Homens selvagens [nativos americanos] conhecerão os homens que virão do mar. E depois os navios levarão ouro [e como saquearam nossas riquezas...]. Escrava será a África. Mas a África dominada escrava, dominará.” 

Revolução Francesa: 
“Pouco antes que a coisa anteriormente nascida em Jerusalém tenha terminado a sua décima oitava idade (século 18), por mais que tenham sido as proezas de seus antepassados, nesse tempo os franceses serão mais odiados do que foram seus antepassados. O sangue cairá sobre a Gália (França) e a cabeça do rei será cortada. E a cabeça da rainha será cortada. E a cabeça do príncipe será cortada. E a cabeça de tantos amigos do rei serão cortadas. Será tempo de terror. Muitas pessoas derramarão seu sangue e o vento se deslocará por muitos céus; e do vento nascerão novas leis” [Ventos da liberdade inspirados na Revolução Francesa]

AS TRÊS POTÊNCIAS MUNDIAIS - A III GUERRA MUNDIAL - O GRANDE MONARCA 
“O mundo será um gramado. E sobre o gramado brincarão três meninas [EUA,Europa + China-Rússia]. Mas sob a Terra eu vejo fogo. E, quando uma dessas meninas lançar a pedra, todas as três meninas serão atingidas. Sobre o gramado haverá fogo e sobre cada chama estará escrito um nome. Mas o nome foi escrito para ser esquecido”.

“Quando a Santa Mãe do Senhor aparecer em vários lugares [as aparições da Virgem] e quando Pedro [o Papa] tiver dois nomes [João Paulo], será o momento de se preparar, pois a sexta hora está próxima” [sexta hora é a hora da agonia].

A BABILÔNIA MODERNA 
“Do mar virá grande luxúria, muitas mulheres e muitos homens serão arrastados, e esse será um dos sinais de que o mundo está mudando. Em todo lugar haverá Babilônia [degeneração], e a visão de muitos justos será ofuscada pela fumaça de Babilônia..." [a indústria do cinema e da pornografia espalhou-se já pelo mundo].

MUDANÇA DA IGREJA 
“O Pastor [papa] condenará e depois abençoará a Bretanha [já houve o cisma da igreja anglicana; recentemente houve a reunião das duas]. Muitas coisas não serão como antes. Roma beberá no mesmo cálice. De Roma sairá uma excomunhão [cisão?], enquanto a guerra será cruenta em Jerusalém [Isso se aplica aos nossos dias]. Depois da festa haverá o saque. Paulo [a igreja] e Pedro [o papa] estarão afastados de Roma, e muitos serão condenados ao exílio. Na Grande Ilha do Mar [Inglaterra] chegará Paulo, quando em Jerusalém estiver mudado. Apenas uma parte do clero acompanhará Paulo [a igreja] a Ilha... O seu governo terá a marca da paz. E ensinarão uma nova maneira de viver.” [Outros profetas dizem que o papa terá que abandonar Roma; Merlin diz aqui que ele irá para a Inglaterra]

“Depois da festa haverá o saque”. E tudo coincide com o “canto” do outro Mago, o Ladino: “Mudam as bandeiras, muda a fanfarra, mas a história é sempre amarga... Pedro [o papa] retorna. Mas sobre a grande cúpula [Basílica de São Pedro] no lugar da cruz haverá um bastão.” 

O FIM DOS TEMPOS 
“O dragão [anticristo] aparecerá entre os homens próximo do ano 2000. E aparecerá vitorioso, cheio de honrarias. Mas será bom que os homens mantenham seu olhar fixo sobre a Toscana [Itália], pois será desse lado que aparecerá o dragão [o anticristo dentro da igreja]. E ali serão sacrificadas as virgens [os inocentes pelos casos de pedofilia em todas as partes]. O litoral de Cartago [norte da África] será tragado pelo mar e outras terras serão desfiguradas [as primeiras catástrofes]. É o tempo do dragão [pleno domínio do anticristo] da Babilônia... Quando o dragão da Babilônia chegar ao fim [fim do materialismo ateísta], muitos sinais prodigiosos surgirão no céu. E muitos sinais prodigiosos brotarão da terra africana [surgimento de novas terras]. As cidades dos seguidores do dragão serão destruídas" [as grandes metrópolis do mundo]. 

“Perto do fim do mundo, quando o sol e a lua mudarem [chegada de Hercólubus], os grifos virão para comer o trigo. Os países serão cheios de lágrimas [doenças e carestia de alimentos e água]. O sol demorará no Oriente e a lua no Ocidente [os dias serão mais longos]; e não cumprirão mais o seu curso [haverá deslocamento de órbita da terra como predito por Nostradamus]. Na época em que os homens e mulheres terão filhos mais raramente [controle da natalidade - hoje em dia], as pessoas perderão a fé e o mundo será extremamente mau; os pequenos [crianças] serão esmagados [a vida humana hoje não vale nada e a violência virou banalidade]. Os grifos voarão sobre o Egito" [é no Oriente Médio que deve iniciar a III Guerra. Os Grifos de Merlin podem ser aviões de guerra e/ou mísseis]

“Perto do fim do mundo, o papa e os cardeais terão que fugir de Roma para um local onde passarão despercebidos, sob circunstâncias difíceis. Ele [o papa] morrerá de forma cruel em seu exílio [é o que muitos preveem para o último papa]. Os sofrimentos da Igreja serão maiores do que em qualquer tempo passado de sua história” [karma pelas atrocidades cometidas no passado]. 

O LEVANTE MUÇULMANO 
“Antes que a coisa nascida em Jerusalém tenha 20 anos [ano 2000], o Oriente se inflamará entre o Eufrates e o Nilo e muita gente morrerá [atual guerra do Iraque]. Haverá um papa que não se atreverá a olhar para Roma [João Paulo II não olhou para Roma; olhou para o mundo]. Uma coisa parecida que os romanos têm que saber é que antes desse papa falecer, Nosso Senhor lhe fará sofrer uma tal vergonha que não terá paralelo [isso bem poderá ser aplicado a Bento XVI]. É necessário que os romanos [católicos-cristãos] saibam, entre outras coisas, que a partir de então começará sua destruição passo a passo, e que será por seus pecados...” [Sem dúvida, a igreja romana cavou a própria sepultura...]

GRANDE PERSEGUIÇÃO CONTRA A RELIGIÃO 
“O culto da religião [católica] será destruído completamente, e a ruína das igrejas [construções] estará clara para todos verem. A raça que é oprimida prevalecerá no fim, porque resistirá à selvageria dos invasores... Se levantará o Verme Alemão. O Lobo do Mar exaltará o Verme... A religião [o catolicismo] será destruída pela segunda vez e os olhares dos primazes serão movidos para outros lugares". [Raça oprimida hoje são os árabes, que tem sofrido sucessivos ataques e invasões no último século]".

Fonte: Gnose.org