AKHENATON
Muito antes da vinda
de Jesus Cristo, precisamente no Antigo Egito, XVIII Dinastia, um
personagem maravilhoso deixou as suas profundas marcas no caminhar
evolutivo e espiritual do nosso planeta.
Akhenaton ou também
chamado de Aquenáton (seu nome inicial era de Amen-hotep IV ou, na versão
helenizada, Amenófis IV) foi um grande faraó da XVIII Dinastia egípcia, que
governou por 16 anos, de 1352
a 1336
a .C. Foi muito importante para a história do Egito, pois
durante seu reinado tentou realizar diversas mudanças na cultura egípcia.
Akhenaton era sempre
representado com o disco solar de Aton e os seus braços que o protegiam.
Akhenaton tentou representar o faraó não como um simples mortal, mas a de um
verdadeiro profeta de Aton e o intermediário entre o seu deus e os homens.
Akhenaton tornou-se rei
aos quinze anos por volta de 1364
a .C., e como um grande faraó da XVIII Dinastia Egípcia,
criou pela primeira vez na história da humanidade a noção de um Deus único –
Aton, representado pelo disco solar.
Demonstrou também coragem
para romper com algumas tradições impostas ao faraó, dentre elas, a de se casar
com uma mulher sem origem na realeza, mas sim de origem modesta. O faraó
idealizava a formação de uma religião universalista, privilegiando em seu reinado
o culto de Aton, apesar da forte influência de Tebas e seu deus Amon, o que
certamente influenciou em muito a formação do pensamento de Akhenaton. Mais
tarde, ainda vivo e durante o reinado de seu filho, Amenófis III apoiou as
mudanças profundas promovidas por ele.
Muito antes dos faraós, a
história egípcia conta que deuses desceram dos céus em suas esferas voadoras.
Esses deuses Neteru, Iris e Ísis vieram da constelação de Órion, da estrela de
Sírius. Todos eles possuíam algo em comum: a cabeça alongada.
O curto mais
importantíssimo reinado de Akhenaton, foi sempre envolto em muitos mistérios,
muito por conta das grandes transformações propostas por ele na cultura egípcia.
Assim como em diversas
culturas antigas, na cultura egípcia também foram encontrados crânios
deformados/alongados. Akhenaton, teria uma cabeça estranhamente alongada. Os
antigos faraós diziam proceder da linhagem direta dos deuses, e essa seria uma
das evidências físicas dessa descendência divina, no caso de Akhenaton.
A característica do crânio
alongado continuou pelas Dinastias. Na décima oitava do Império Novo
surge Akhenaton, um faraó que iria mudar para sempre Egito, as
escrituras narram que este era um faraó que também havia descido das estrelas.
Da mesma forma que nas
regiões das culturas pre-colombinas foram encontrados crânios anômalos, na
antiga cultura egípcia um dos maiores faraós Akhenaton, que reinou de c. 1353 a 1338 a . C, é representado com
uma cabeça estranhamente alongada. Os antigos faraós do Egito, diziam proceder
da linhagem direta dos Deuses. Pode manifestar-se neste faraó a genética dos
Deuses, o DNA dos Elohim?
À direita imagem de
Akhenaton e à esquerda imagem de Nefertiti. Os “cientistas” não podem explicar
estas características físicas, então tentam encaixar Akhenaton numa síndrome
denominada de “Marfan”. Esta síndrome produz alargamento das feições e do crânio,
rasgos femininos e uma clara infertilidade. Mas é bem sabido, que o faraó teve
pelo menos meia dúzia de filhas e aqui é onde não encaixa a história oficial.
Representação da família
real, Akhenaton e Nefertiti com 3 de suas filhas, que também apresentaram a
anomalia de alargamento do crânio. Uma vez mais a ciência oficial, em pleno
século XXI, é incapaz de explicar as causas de ditos fenômenos.
Isto é o que acontece
quando comparamos um dos crânios da região pre-colombina e uma estátua do
crânio de Nefertiti, mãe da estirpe real faraônica, descendente direta dos
Elohim. As formas encaixam e as evidências também.
Da mesma forma que
Akhenaton, sua esposa Nefertiti tinha um crânio estranhamente alongado
(Nefertiti seria na verdade prima de Akhenaton, e o casamento de ambos teria
sido realizado cumprindo o desejo da mãe de Akhenaton), fruto de sua herança
genética. O faraó possuía outras características físicas estranhas, tinha um
corpo afeminado. Ele é considerado um ser andrógeno por aqueles que defendem a
teoria de que Akhenaton seria um descente direto do Deuses.
Akhenaton mudou a capital
do Egito, que antes do seu reinado era Tebas, para uma nova cidade que mandou
erguer à qual nomeou de Akhetaton (ou Amarna).
Porém a mudança mais
marcante realizada por Akhenaton foi na parte cultural/religiosa, quando
destituiu o culto ao deus Amon e privilegiou o culto ao deus Aton, assim também
tentando empregar uma cultura religioso monoteísta.
Akhenaton também mudou a
arte egípcia. O seu reinado assistiu à emergência da chamada "arte
amarniana", que se caracteriza por um lado pelo naturalismo (abundância de
plantas, flores e pássaros) e pela convivência familiar do faraó e por outro
lado, por uma representação mais realista das personagens (até então os faraós
eram sempre representados como figuras esbeltas e de ombros largos, verdadeiras
divindades entre os humanos, mas na arte amarniana o faraó era representado com
formas mais realistas), por vezes as representações atingiam o ponto da
caricatura. A arte oficial apresenta o rei com uma fisionomia andrógina, com um
crânio alongado, lábios grossos, ancas largas e ventre proeminente.
Akhenaton, o Faraó que foi
um verdadeiro Príncipe da Paz, deixou-nos um importante legado espiritual,
plenamente válido e precioso para a Humanidade no século XXI, que já enfrenta
sérios problemas de ordem planetária. Talvez os seus ensinamentos possibilitem
aos seres humanos o resgate das suas Raízes Solares, espirituais e físicas,
auxiliando cada um de nós a encontrar o seu verdadeiro lugar no Universo,
objetivo principal de nossa existência neste planeta.





















